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5 coisas que aprendemos até agora sobre o caso antitruste do Google


O CEO do Google, Sundar Pichai, testemunhou na segunda-feira no Julgamento antitruste do governo dos EUA contra a empresa. O executivo defendeu as táticas de negócios do Google, incluindo o entendimento com a Apple e outros parceiros para tornar o Google o mecanismo de procura padrão.

Em janeiro, o Departamento de Justiça, juntamente com oito estados, incluindo Novidade York, Califórnia e Colorado, exigiram um julgamento com júri no processo contra o Google. A ação tem uma vez que objetivo “interromper o esquema anticompetitivo do Google, desfazer o controle monopolista do Google no mercado e restaurar a concorrência na publicidade do dedo.” A ação segue um Reivindicação antitruste de 2020 sobre o domínio do Google no mercado de procura on-line.

O governo argumentou que o Google utiliza as suas plataformas e negocia com parceiros para bloquear qualquer concorrência em pesquisas ou publicidade, impedindo logo que os concorrentes acedam aos dados de que necessitariam para melhorar os seus produtos.

O Google argumenta que está somente fazendo negócios. Todo mundo quer o Google uma vez que mecanismo padrão porque é o melhor. Isso não torna suas ações ilegais, diz a empresa.

A audiência de julgamento de segunda-feira revelou muitas informações interessantes, incluindo os US$ 26,3 bilhões que o Google gastou para se tornar o mecanismo de procura padrão em todas as plataformas em 2021, uma vez que o Google tentou ir mais longe e ter o Chrome pré-instalado em iPhones e muito mais.

O Google pagou US$ 26 bilhões em 2021 para ser o mecanismo de procura padrão de todos

Quando o superintendente de pesquisa do Google, Prabhakar Raghavan, testemunhou no tribunal em 28 de outubro, ele revelou que a gigante da tecnologia havia pago US$ 26,3 bilhões em 2021 para vários navegadores, telefones e plataformas, de empresas uma vez que Apple, Samsung e Mozilla, The Verge. relatórios.

Tapume de US$ 18 bilhões desse valor totalidade foram diretamente para a Apple, de entendimento com um New York Times relatório publicado no início deste mês. O Google mantém seu entendimento com a Apple desde 2003.

Quando questionado sobre quanto numerário o Google gasta para conseguir a primeira escolha de mecanismos de procura, Pichai disse que a decisão foi tomada pensando no consumidor. O Google paga muito numerário para estar em todos os lugares, para poder coletar todos os dados e ser o melhor mecanismo de procura em dispositivos de diferentes empresas, disse Pichai, de entendimento com A beira.

O Google entendeu o valor dos padrões desde muito cedo. A advogada do Departamento de Justiça dos EUA, Meagan Bellshaw, mostrou a Pichai um e-mail de 2007 de uma reunião de estratégia de resultado do Google contendo dados que mostravam que quando as pessoas mudavam a página inicial do navegador para o Google, elas faziam 15% mais pesquisas no Google. Quando eles mudaram, suas pesquisas no Google caíram 27%.

“Nitin argumenta que focar na participação no mercado da página inicial é uma das coisas mais eficazes que podemos fazer para obter ganhos na participação no mercado de pesquisa”, leu um e-mail que resumiu a reunião e foi enviado a Pichai, muito uma vez que a outros líderes do Google, de entendimento com The Verge.

A quantia que o Google gastou em participação de mercado na página inicial foi um ponto decisivo no teste. No início deste mês, os CEO da Microsoft e da DuckDuckGo testemunharam que os seus motores de procura teriam sido muito mais bem-sucedidos, até mesmo competitivos com o Google, se tivessem conseguido fazer acordos semelhantes com a Apple. O CEO da Microsoft, Satya Nadella, chegou a expressar que estava disposto a gastar US$ 15 bilhões por ano para colocar o Bing na procura padrão da Apple, por A informação.

O Google concordou em não promover o Chrome para usuários do Safari

Uma vez que secção do entendimento de procura com a Apple, o Google concordou em não promover o Chrome para usuários do Safari, relata Bloomberg. O Google teria sido capaz de fazer isso com banners, pop-ups e outros meios irritantes em outros aplicativos do Google.

O entendimento também significou que a Apple nunca mudou para um concorrente do Google ou permitiu que os usuários escolhessem seu navegador ao configurar seus iPhones.

Google tentou ser pré-instalado em iPhones

Pichai admitiu ter tentado fazer com que Tim Cook pré-instalasse o Google em todos os dispositivos iOS em 2018, de entendimento com A beira. Ele esperava tornar os serviços do Google e da Apple tão conectados que se tornassem inseparáveis.

A forma uma vez que Pichai apresentou isso teria sido vantajosa para ambas as empresas. O Google conseguiria que mais pessoas pesquisassem em sua plataforma – sem mencionar todos aqueles dados interessantes – e a Apple obteria mais receita, uma vez que resultado do lucrativo entendimento de pesquisa que os dois assinaram.

Por alguma razão, Cook não mordeu a isca. A Apple não pré-carrega software de terceiros em seus dispositivos e não abriria uma exceção para o Google.

Registros de bate-papo excluídos do Google

Durante o prova de Pichai, o DOJ abordou a política do Google de excluir mensagens de bate-papo internas, apesar de estar sujeito a uma retenção judicial. Em fevereiro, o DOJ acusou o Google de destruir sistematicamente os bate-papos por meio de sua opção de desligamento do histórico, que exclui mensagens a cada 24 horas, a menos que um usuário altere manualmente a forma.

Pichai disse que tomou medidas contra a inadimplência do bate-papo em fevereiro para satisfazer a suspensão do litígio do DOJ, de entendimento com CNBC.

Bellshaw publicou uma troca de mensagens em 2021, onde Pichai pedia que o histórico fosse desativado em um bate-papo em grupo. Pichai respondeu que queria discutir um tópico pessoal e que o tópico não tinha zero a ver com a suspensão do litígio, que ele disse ter muito zelo em satisfazer.

Um momento de nostalgia pelo Internet Explorer

Volte suas memórias para 2005, quando o Internet Explorer da Microsoft se tornou o mecanismo de procura padrão. Naquela quadra, o superintendente jurídico do Google, David Drummond, enviou à Microsoft uma missiva furiosa, dizendo que tornar o Internet Explorer o padrão de procura era anticompetitivo. Oh, uma vez que a situação mudou.

Depois de estabelecer que o Google entende o valor inerente dos padrões, Bellshaw trouxe à tona a missiva de Drummond para estabelecer a hipocrisia do Google hoje. A missiva declarava que os problemas com uma forma padrão são agravados pela forma uma vez que as alterações nos padrões são tratadas e que a maioria dos usuários finais “não altera os padrões”.

Esses são exatamente os argumentos que outras empresas de mecanismos de procura, uma vez que DuckDuckGo, Brave ou Bing da Microsoft, apresentam quando acusam o Google de ser anticompetitivo ao fazer acordos com a Apple e outros. O DOJ reforçou esta questão, dizendo que o Google se tornou o monopólio que denunciou anos detrás.

O que tudo isso significa?

Espera-se que o caso continue por várias semanas, trazendo à tona uma das maiores lutas antitruste de tecnologia desde que os EUA levaram a Microsoft a julgamento na dezena de 1990.

Se o juiz deliberar contra o Google, o resultado poderá ser muito parecido com o entendimento com a Microsoft, no qual a empresa de computadores foi obrigada a mudar seu comportamento e compartilhar suas APIs com desenvolvedores terceirizados. A Microsoft também foi proibida de fazer acordos anticompetitivos e exclusivos com fabricantes de computadores.

O Google pode ultimar tendo que entregar todos ou a maior secção dos dados coletados a outros mecanismos de procura para que possam melhorar seus produtos e atrair mais usuários. O DOJ disse que o Google obtém 16 vezes mais dados do que o Bing todos os dias.

O resultado do Google também pode ter um efeito cascata em outros casos de Big Tech. A FTC processou a Amazon em setembro por usar estratégias anticompetitivas e injustas para manter ilegalmente o seu poder de monopólio. O DOJ está investigando a Apple há anos sobre a política da empresa para aplicativos de terceiros em seus dispositivos e se ela favorece injustamente seus próprios produtos. Há um caso em curso entre o FTC e Facebookem que a sucursal convoca o Facebook para vender Instagram e WhatsApp.

Os responsáveis ​​pela emprego da lei quererão mostrar que a lei antitrust ainda é relevante e pode enfrentar com sucesso as maiores e mais poderosas empresas do mundo.

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